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Você sabia que a MGallery tem 4 restaurantes estrelados na França?

Quarta-feira, 17 de julho de 2019

Nossos chefs estrelados

Quatro hotéis MGallery aparecem no mais recente guia Michelin, um símbolo de prestígio que reconhece os melhores restaurantes do país.

Thomas Vonderscher, do La Cour des Consuls Hotel & Spa, notável espaço no coração do centro histórico de Toulouse. Christophe Dufossé, do La Maison Dufossé La Table, lugar cheio de charme e personalidade no hotel La Citadelle, em Metz. Jerôme Ryon, do La Barbacane no hotel de la Cité, local histórico de destaque em Carcassonne. Johan Thyriot, do Le 1912 no hotel Cures Marines, em Trouville, destino atemporal à beira-mar.

1ª edição, 9 candidatos, 3 vencedores (dos quais 2 são mulheres)

Concurso culinário Mgallery

Em 20 de março de 2019, a MGallery France organizou um concurso culinário para apresentar os jovens talentos que trabalham nos restaurantes da marca. Seguindo o mesmo princípio dos populares programas culinários da TV, os nove candidatos se enfrentaram diante de um júri composto por chefs estrelados e liderado por Amir Nahai, Diretor Geral de Alimentos e Bebidas da rede Accor. Desafios não faltaram na competição, mas os resultados foram simplesmente deliciosos!

1ª edição, 9 candidatos, 3 vencedores (dos quais 2 são mulheres)

Laure Nogara, 1ª chef de praça no hotel La Citadelle em Metz

Amandine Fevre, 1ª chef de praça no hotel Molitor em Paris

Andrew Mah Chen Wei, chef de praça no hotel de la Cité em Carcassonne

Uma palavrinha do chef

“Quem percorre grandes distâncias sou eu, não meus ingredientes.”

No Le 1912, você não encontra pratos de assinatura. Eu costumo renovar as minhas receitas a cada estação. Ao longo dos anos, visitei diversos países, regiões e culturas com abordagens gastronômicas e ingredientes muito variados. As vieiras de Toyoura, no Japão, não têm o mesmo sabor nem a mesma textura das vieiras de Trouville, pescadas na Baía do Sena. Aqui no Le 1912, não servimos carne de Kobe nem camarões à genovesa, mas cordeiro da Normandia e lagostins da região. “Quem percorre grandes distâncias sou eu, não meus ingredientes”. Dos ingredientes que entram em minha cozinha, a maioria é produzida aqui mesmo na Normandia. Somente uma pequena parte vem de fora e, quando isso acontece, é porque não há um equivalente local. Esta viagem de iniciação gastronômica me permitiu descobrir outra faceta da minha culinária: as plantas aromáticas e as pimentas raras. Com o passar dos anos, a minha coleção cresceu. Hoje, as minhas estufas contam com mais de 80 espécies de plantas aromáticas. Já são 30 variedades de pimentas verdadeiras e falsas que acompanham meus pratos todos os dias. Por que a pimenta? Devo dizer que a pimenta é, sem sombra de dúvida, o ingrediente que exerce o maior impacto em mim, algo que descobri quando preparava um menu com sabores do inverno. Nessa época do ano, é mais difícil encontrar ervas aromáticas. Então, na condição de um chef interessado em criar pratos marcantes e saborosos, eu tive que encontrar um produto alternativo. Assim, conheci a magia da pimenta. Seus sabores variam de acordo com a região, o cultivo e a madurez do fruto. Como as quatro estações, as pimentas mudam de verde na primavera para vermelho no verão, alaranjado no outono e, por fim, preto ou branco no inverno. Eis a essência de minha carreira: recontar essa antiga história entre a natureza e a humanidade.